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Trabalhador Rural de Dormentes é vítima de calote e abriu o verbo depois de anos esperendo uma solução do STR

O agricultor Francisco Gregório Pereira, residente no Sítio Botão de Seda, em Dormentes PE, foi vítima de um golpe. Em 2008, Gregório se cadastrou no PRONAF – Programa Nacional da Agricultura Familiar, para desenvolver ações de convivência com a seca. Juntamente com outros agricultores, após a inscrição no citado programa, aguardou ansiosamente pela liberação do recurso em 04 parcelas de R$ 688, 50 e uma de R$ 247, 86. Para surpresa desagradável do Sr. Francisco Gregório Pereira, ele não foi contemplado.

Até aí, nada de extraordinário, se uma surpresa maior não tivesse acontecido. O agricultor foi comunicado pelo prestador de serviço ao INCRA, que em seu nome constava uma dívida no valor das parcelas do PRONAF, junto ao Banco do Brasil, que somava na época R$ 3.001,86. Como se não bastasse, foi constatado que uma empresa denominada ARF Paulista – PE, com endereço provavelmente fictício à rua Marial – nº 87, bairro Janga, na cidade de Paulista – Pernambuco, estava em seu nome, com um débito exatamente nos mesmos valores do recurso (R$ 3.001,86) do PRONAF, que Francisco Gregório Pereira, deveria ter recebido.

Não há informações sobre como os recursos do PRONAF, que o agricultor deveria receber foi desviado de maneira fraudulenta para esta fictícia empresa, que está em seu nome, provavelmente através da clonagem de seu CPF.

Através de Declaração do próprio Sindicato de Trabalhadores Rurais de Dormentes, está comprovado que o Sr. Francisco Gregório Pereira, é agricultor Familiar, com residência no Sítio Botão de Seda, e que o mesmo é analfabeto, nunca saiu de sua propriedade e que vive da agricultura familiar, sem renda fixa.

A vítima alega que nunca perdeu documento e não entende como seu CPF foi usado de forma fraudulenta. Francisco luta a quatro anos para obter do Sindicato de Trabalhadores Rurais de Dormentes, uma explicação, o que até o momento não conseguiu.

Na época o presidente da entidade, era Jerônimo Cícero Damasceno. Após quatro anos sem solução para o caso, Francisco Gregório, resolveu registrar o fato em boletim de ocorrência na polícia civil. “Eu não tenho empresa nenhuma e não devo nada ao governo, porque eu nunca recebi este dinheiro”, exclama revoltado a vítima. Agora, Gregório abriu o verbo hoje (13) de setembro  na rádio Grande Rio AM nos programas Opinião e no Agente 680 e quer que a polícia federal investigue o caso.

Blog do Banana

 

6 Comentários

  1. sou +40

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Explicação

    Queremos uma Explicação, como isso foi acontecer? quem teve acesso aos documentos pessoais dessa pessoa???????

  3. Pedro hanzo

    Interessante que esse ex-presidente do STR Jeronimo, é candidato a vereador do partido da candidata Josimara do PTB.

  4. rony

    É A POLICIA FEDERAL PODE SIM INVESTIGAR,MAIS NÃO FAZ MAL ELE PEDIR UMA BOA INDENIZAÇÃO.

  5. MARIA JOSE

    NAO PODEMOS MAIS NEM CONFIAR MAS EM NADA PORQUE ATE UM CADASTRO QUE VAI FAZER HA PESSOAS PRA FAZER MALDADE, PRECISA SIM DE INVESTIGAÇOES SERIA PRESCISAMOS SABER QUEM É O RESPONSAVAL POR ISSO.

  6. Jair

    O seu Gregório esta exemplarmente certo, a polícia federal tem que entrar no caso, haja vista, haver indicios que existe uma quadrilha organizada para realizar essas fraudes. É preciso haver investigações, e o melhor órgão é a polícia federal.

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